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O Que Me Faz Pular


Título Original: Jiheisho No Boku Ga Tobihaneru Riyu
Titulo da Versão Britânica: The Reason I Jump
Autor: Naoki Higashida
Tradutor: Rogério Durst
ISBN: 978-85-8057-497-5
Gênero: Autismo, Deficiencias do Desenvolvimento, Crianças Autistas, Integração Social
Páginas: 190
Editora: Intrínseca
Nota: 5/5
Estante: Skoob
Onde comprar: Saraiva / Cultura / Submarino / Amazon





Sinopse: Naoki Higashida sofre de autismo severo. Preso em seu mundo individual, muitas vezes ele exibe comportamentos vistos como estranhos, peculiares, “inadequados”. Seja repetindo palavras e frases aparentemente sem sentido ou evitando contato visual com outras pessoas, Naoki tem uma enorme dificuldade de se comunicar e de socializar.

Porém, graças à determinação da mãe e de uma professora, ele aprendeu a se expressar apontando as letras em uma espécie de teclado de papelão – e o que tem a dizer traz uma nova luz para a compreensão da mente autista.

Com apenas treze anos, Naoki escreveu O Que Me Faz Pular, um relato íntimo e perspicaz que explica o comportamento muitas vezes desconcertante de pessoas com autismo. Além de compartilhar suas percepções de tempo, vida, beleza e natureza, o autor apresenta também pequenos contos que provam, sem deixar dúvida, que não lhe faltam imaginação, senso de humor e empatia.
Impactados pela mensagem de Naoki, o premiado escritor inglês David Mitchell e sua esposa, K.A. Yoshida, trouxeram para o leitor ocidental esse comovente relato autobiográfico, que conquistou grande sucesso de púbico e crítica e dissipou alguns dos mitos mais comuns sobre o autismo. Com lindas ilustrações, O Que Me Faz Pular oferece uma oportunidade rara de ver o mundo por uma perspectiva nova e fascinante.



Comentários:

Bonjour Anges!!

Com certeza você já ouvir falar sobre autismo. Pode não ter tido contato direto, mas acabou por conhecer alguém que conviveu com essa doença. De uma forma sucinta, autismo é um transtorno global do desenvolvimento que tem como principais características a inabilidade para interagir socialmente, a dificuldade no domínio da linguagem para comunicação e um padrão de comportamento restritivo e repetitivo. Para complicar ainda mais, esse transtorno acomete em vários níveis: há aqueles que são leves e não interferem tanto na fala e na “inteligência”, e há aqueles que são tão graves que o paciente é incapaz de manter contato interpessoal e é agressivo, distante, “retardado mental”.